Firmoo

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Alguém quer?


Ahahahahahahahahahahahaha

Finalmente calor! yuppiiiiiiii!

O pior é que hoje é dia de trabalho e até tive uma reunião que me fez vir (mais a consciência, mas enfim...) de fatinho com camisa e tal. 

Estou para ver se quando chegar o fim-de-semana o tempo vai estar bom para ir a mergulhos...

terça-feira, 8 de julho de 2014

Sempre a sonhar


A verdade é que eu ainda não cresci muito (e temo não crescer) mas a verdade é que tenho muitos sonhos e sonho muito (até mesmo acordada)!




segunda-feira, 7 de julho de 2014

Diz que é uma espécie de Mantra #3

"My main interest is in the promotion of human values. From birth we have a sense of affection and some sense of concern for others. We need to nurture it. Scientists have found that to ensure even physical health peace of mind is essential. People often think that love and compassion are only matters of religious concern, but in fact such values are necessary in all human relations." - Dalai Lama

in http://www.trivedimasterwellness.com/peace-of-mind/


Boa semana! ;)

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Que espectáculo!

"Fazer rir é uma experiência que gera dependência de tão prazeirosa que é" e concordo tanto com esta afirmação!

Os Porta dos Fundos chegaram cá a casa pela mão do Cocas, sempre a pesquisar na net, à procura de novidades na comédia e da música. E foi-me chamando para assistir, foi partilhando e adoramos esta malta. Quando vimos que iria haver o Festival da Porta do Fundos resolvemos que iríamos tentar ir. Estávamos de férias quando vi a divulgação e a vida foi facilitada porque a U-Ticketline foi impecável [Obrigada T.]

Ontem foi o dia de irmos ver os 3 Portas|3 Tugas, mas estavam lá 4 Portas na verdade (Fábio Porchat, Antônio Tabet, Gregório Duvivier e o outro não me lembro do nome...). Foi uma conversa animada, com muito boa disposição e tenho que confessar que adoro o jeito despreocupado dos Brasileiros, de realmente aproveitarem a vida, de descomplicarem e acima de tudo se falarem de coisas do dia-a-dia com tanta ligeireza e humor que é inspirador. 

Foi um início de noite muito animado, com o César Mourão a dar um contributo muito enriquecedor para o espectáculo, o João Quadros (com um registo menos divertido mas com muita bagagem de escrita de comédia) e um Salvador Martinha que diz umas coisas um bocado despropositadas mas a achar-se com imensa piada. Claro que haverão outras opiniões, mas se não fosse o César Mourão e o Fábio Porchat a puxar na conversa e a dizerem uma piada, o que o Salvador Martinha dizia acabava por deixar a plateia em silêncio e sem reacção. Mas, o resultado final foi muito positivo!

Fotografia: Nuno Ferreira Santos

Vou roubar uma pergunta ao escritor suíço Max Frisch: quando dizem que alguém tem sentido de humor, é porque vos faz rir ou porque a fazem rir?
 
GREGÓRIO – Em geral acho que é a mesma coisa. Quem acho graça muitas vezes me acha graça. O humor é uma via de mão dupla. As pessoas que conheço mais engraçadas riem muito, sabem rir. Esse canal de comunicação de humor que é, em geral, afectivo, passa pelo afecto, passa pelo [levanta o tom]: ‘é verdade!’ Ou, mesmo que seja uma piada idiota, tem uma coisa de afecto, você gosta, é bom rir. Você tem uma relação de confiança e gratidão com a pessoa que te faz rir e em geral é o contrário também.

FÁBIO – Acho que concordo. Mas senso de humor é também você se permitir rir daquele assunto – se diz não posso rir disso está-se censurando de rir, de se divertir, de poder olhar para aquele assunto de outra forma. O legal é a gente poder rir de tudo.

O Fábio Porchat e o Gregório Duvivier deram uma entrevista ao Público, que poderão lê-la aqui.

Tudo com humor fica mais fácil, não tem porque se viver de rosto fechado, os problemas não se vão resolver, a vida não vai ficar mais fácil. Mas um sorriso, uma boa gargalhada, pode salvar o dia! Exposto isto, riam muito e sejam felizes! :)


Bom fim-de-semana e boas gargalhadas! ;)


quarta-feira, 2 de julho de 2014

Uma espécie de "Ponto de situação"

Já tinham saudades da minha veia jornalística pseudo-serviço-público, relativamente à gravidez e pós-parto da Carolina Patrocínio? Aposto que sim! 



Na entrevista que a Carolina deu ao Blog da Carlota garante ser uma mãe muito descontraída, revela que pensa ter mais filhos e admite que não comprou muita roupa para a bebé nem mobília para o quarto.
"Não comprei quase nada... herdei quase tudo da minha mãe (sou a segunda de seis irmãs, todas nascidas na Primavera..) por isso roupa não me faltava (...) Não comprei nenhum móvel novo, apenas reutilizei os que já tinha no meu quarto de solteira", admitiu.

Conta ainda como o facto de ter feito exercício físico até ao dia em que Diana nasceu teve benefícios tanto para a bebé como para ela, fazendo com que recuperasse as curvas rapidamente.

Para lerem toda a entrevista, sugiro que leiam este post do Blog da Carlota

Quando uma pessoa tem bom ar, fica sempre bem! Por isso, nem vale a pena eu tentar porque nunca ficarei assim... [a tentar arranjar desculpas para não ir ao ginásio]

:)

Happiness


Pode parecer fácil, mas às vezes requer muito trabalho pela frente até alcançar a felicidade. Outras vezes é tão fácil e nós é que complicamos. Há que largar os floreados e focarmo-nos na essência. Há que ignorar as distracções e absorver o verdadeiro. Ser feliz é simples, basta acreditar... e viver a vida!

Aproveita-a que ela passa rápido de mais. E vamos ser felizes! :)


terça-feira, 1 de julho de 2014

Mesmo!!!


Eu sou um pouco assim: digo tudo o que penso, como os malucos

Sei que, por vezes, as pessoas não estão à espera e que às vezes ganharia mais se consentisse, se concordasse, se sorrisse e fizesse um tom de voz doce e coloquial ao invés de questionar e expor o meu ponto de vista. Sei que no trabalho ganhei alguns sorrisos amargos (tinha pensado em escrever inimigos, mas acho que também não chega a tanto! Aliás, isto é só um emprego e não há vidas a depender do que fazemos), mas se assim fosse não seria eu, estaria a ir de encontro ao que acredito e ao que acho que é o correcto.

Posso não ganhar nada com isso, mas ao menos digo o que me vai na alma e fico mais leve (mas infelizmente não se reflecte na balança). E ao menos sei o que ganho: consciência tranquila, faço o melhor que sei e o que consigo, e isso já me basta!