Firmoo

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Wish list #6

Começam os saldos e começam as minhas palpitações. Evito ver. Evito ir às compras. Evito mas não resisto :)
E prontoS, como estou relativamente perto de fazer anos, aqui ficam algumas dicas se não souberem o que me hão-de dar [cof cof]

Ora bem, quero:

- estas sandálias da Lemon Jelly, eu acho-as fashion e tenho cá para mim que me ficam um espectáculo [modéstia à parte]

- esta tee da Mademoiselle (A-DO-RO)

- uma (ou mais) pulseiras Religion SS14 da Fio a Pavio

- esta saia da Zara (em amarelo ou cinzento) - Eu queria ter feito ballet mas a minha mãe achou que seria melhor e mais saudável ir para a natação e fiquei com esta paixão reprimida... 

E é melhor ficar por aqui... mas embalando é difícil de parar :)

E o que vos parece? Vão aproveitar os saldos? ;)

Bom fim-de-semana!

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Dói-me a vista só de olhar...*

Aqui no burgo laboral há quem tenha a auto-estima inflamada e não se coíba de vestir roupa vários alguns números abaixo do que devia, transparências e lycras que, pelo facto de vestir uns números abaixo do que devia, se tornam transparências muito reveladoras de miudezas (algumas não tão miúdas quanto isso) que dispensava ver. 

E são soutiens que são reveladores de rendas sensuais em copas 42E de mamalhais que fazem sombra a metade da barriga, eles são fios dentais que se perdem em buracos obscuros, eles são umbigos salientes no meio de pneus que não dos Michelin. E as mini-saias, mini-vestidos, mini-calções que deixam espreitar laranjas inteiras alojadas nas coxas? E as mini-saias e mini-vestidos que deixam ver o reforço do collant de tão curtas? Toda uma imagem que dispensava que a minha miopia alcançasse.

Enfim, há quem adira às modas e não tenha espelhos suficientes para ver o ridículo da situação. Uma coisa é certa: não passam despercebidas! 
E sim, faz parte do nosso quotidiano analisar detalhadamente os modelitos, não julguem que são apenas as inúmeras bloggers de moda que por aí andam e que se repetem todas e falam todas dos meus produtos, vão todas aos mesmos sítios e têm todos os produtos para entupir a epiderme que são muito bons e recomendam e se besuntam com aquele produto acabadinho de sair no mercado e têm todas as marcas que só uma merdice estoira o cartão de crédito, que têm conhecimentos para o fazer. Não! Nós também analisamos, com principal destaque a personagem Popota, que ela é a detentora da Miss Transparência e Carnes Visíveis. 

Mas a parte mais engraçada nisto é estar o comité reunido a discutir o modelito do dia e a Incréduta rematar a análise do grupo com um "eu não acho assim tão mau. São calções e por isso nem são muito curtos..." Ai Incrédula, Incrédula, aquilo é para miúdas de 18 anos usarem, não quando já têm 30-32 anos, não achas? Aquilo é para quem veste, na melhor das hipóteses, um 38 e não um 44! Estamos no trabalho e não na praia, embora não fosse nada mau estar lá a refrescar!



*Há quem diga que também lhe revolta o estômago e fica mal-disposto, mas estes meninos de hoje em dia são muito sensíveis. Aguentam uma grade de minis nos queixos mas a carne pendurada tal como no talho causa-lhe náuseas... (o que é certo é que devem haver porcas com menos peso)

quarta-feira, 16 de julho de 2014

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Vamos contrariar isso?






E é verdade! ehehehehehe

Modéstia à parte, a verdade é que não saímos muito. Os fins-de-semana são passados basicamente em casa a limpar e a arrumar e a passar a ferro. E como diz a Nana Pippa estou a ficar uma velha muito rabujenta.

Fiquei a pensar nisso e, numa espécie de resolução de Ano Novo, resolvemos contrariar isso. Não nos fecharmos tanto e tentarmos sair mais com os amigos (poucos mas bons)! Mas o que acontece é que isso cansa muito... 

Os últimos 3 fins-de-semana têm sido dias de grande passeio e convívio e festarola, mas caramba isso cansa... eu gosto muito de passear e me divertir e não ter que fazer nada em casa, mas o pior é que 1) a casa começa a precisar de manutenção rapidamente; 2) qualquer dia eu e o Cocas vamos de cuecas para o trabalho porque já não passo a ferro à buééés (já nem tenho onde esconder a roupa para passar); 3) estou tão cansada que nem consigo pensar.

Isto é muito giro, mas como é que aguentam? E atenção que nem é ressacas nem nada! É cansaço de passeio, de sol e de rir e conversar. Acho que estou a ficar velha e, por muita vontade que tenha, o corpo não responde! Ou é isso, ou é falta de hábito!

Bem, mas acho que vamos continuar com o ritmo e quando chegar o Inverno hibernamos para compensar! :)

Vamos lá enfrentar a semana então! ;)

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Leituras em movimento #9




Sinopse
A morte de um jornalista leva Allon à Rússia, onde descobre que, em termos das artes do ofício da espionagem, até mesmo ele tem alguma coisa a aprender. Agora, está a jogar segundo as regras de Moscovo. E na cidade existe uma nova geração de estalinistas que conspiram para reivindicar um império perdido e desafiar o domínio global de um velho inimigo: os Estados Unidos da América. Um desses homens é Ivan Kharkov, um antigo coronel do KGB que construiu um império de investimento global sobre os escombros da União Soviética. No entanto, escondido no interior desse império, está um negócio lucrativo e mortífero. Kharkov é um negociante de armas - e está prestes a entregar as armas mais sofisticadas da Rússia à al-Qaeda. A não ser que Allon consiga descobrir a hora e o local da entrega, o mundo irá assistir aos ataques terroristas mais mortais desde o 11 de Setembro - e o tempo está a passar muito depressa. Cheio de prosa rica e de reviravoltas na trama de cortar a respiração, o livro As Regras de Moscovo é simultaneamente um entretenimento superior, uma cáustica história exemplar sobre as novas ameaças que estão a aparecer no Leste - e o melhor romance de Silva até ao momento.
 
 
Já sabem que eu adoro este género literário. Também gosto muito deste autor. A "série" Gabriel Allon (personagem central dos seus livros) é fantástica e prende-me completamente aos enredos, situações e desenrolar da história.
Gosto particularmente destes livros porque este escritor escreve sobre sítios reais, sobre acontecimentos que conseguimos identificar e acho que até gosta de criar uma certa dúvida se poderão ter realmente acontecido ou não (eu pelo menos fico!) e é isso que me surpreende e me entusiasma para continuar a ler. 

Claro que não irei contar o que se passa e o que escrevo não diz nada, mas apenas posso sugerir que leiam e depois digam-me o que acharam. Será que sou só eu que "devoro" estes livros só para saber o que acontece no final?  

E qual será o próximo livro? Bem, ainda não sei, mas possivelmente só vou voltar a ler quando estiver de férias (porque até lá vai ser a doer...)